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Pastoral dO Dízimo

terça-feira, 12 de novembro de 2013

Semana do Dízimo: Comunidade reflete sobre dízimo e fé

“A verdadeira entrega consiste em doar não o que te sobra, mas o que o outro necessita”. A frase do missionário paulista Aristides Madureira deu o tom da homilia nas celebrações de encerramento da Semana de Evangelização do Dízimo, ocorrida de 05 a 11 de novembro. Atuando há 26 anos na Pastoral do Dízimo, o missionário visitante conduziu o tema ancorado em um paralelo entre dízimo e fé. “Estamos iniciando o Ano da Fé, portanto somos convidados a refletir sobre ela. Pela falta de fé ou incompreensão do que ela significa, muitas atitudes humanas podem se tornar superficiais, feitas de aparências, como as dos fariseus”, destacou.

Trocando em miúdos, Madureira criticou a perspectiva mecânica de doação, ou seja, quando quem doa não entende o real significado do seu ato. “Às vezes nos tornamos dizimistas e a nossa única ação é colocar a mão no bolso”. Em sua análise, ele relaciona a atitude ao fato de as pessoas comumente enxergarem apenas as coisas visíveis – que não precisam de fé para serem constatadas – e esquecem do que ele classifica como realidades invisíveis. “A gente diz que se entrega a Deus, mas esquece de que muitas vezes quem está do nosso lado precisa de uma palavra. Assistimos a Missa, mas sequer sabemos os nomes uns dos outros. Então pergunto: você ama essa pessoa que está do seu lado?”, questionou.

Para o missionário, o grande desafio da fé é viver a comunidade. “O irmão exige de mim ações que demandam tempo e investimento de afeto. Exige que eu saia um pouco da minha vida e vá ao encontro dele”. Ainda sobre o assunto, Madureira ressaltou que viver com base apenas no que é possível constatar é uma realidade que prevalece por conta de uma cultura marcada por questões como o individualismo, o egoísmo, a hostilidade e a violência.  “A fé vai ficando meio cega, sem conseguir enxergar além da matéria. Ficamos perdidos na caminhada e, não raro, muitos entram em desespero nas adversidades. Nossas ações começam a ficar míopes”, disse. E completou: “Só a fé nos faz enxergar a luz para além dessa realidade”. 

Glória é exemplo de doação

Aristides Madureira destacou que perdeu as contas de quantas vezes visitou a Paróquia da Glória, mas lembra bem de quando no local havia apenas uma pequena Igreja. “É bonito ver como essa paróquia cresceu na parte visível e, sobretudo, na invisível. No catecismo, por exemplo, centenas de crianças estão tendo a oportunidade de conhecer a Deus. A Glória faz um trabalho espetacular graças aos dizimistas”, afirmou. Pessoas como o casal José Ailson e Maria de Fátima (foto). Dizimista há cerca de seis anos, Ailson revela que em função de sua participação em outras atividades da Igreja, entendia a princípio que não haveria necessidade de também contribuir com o dízimo. “Amadureci essa reflexão e hoje sei que é fundamental a participação de todos”, concluiu.

 
Fonte: Pascom
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