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O MENSAGEIRO DA GLÓRIA | 01/03/2019

Edição Jan Fev Mar de 2019

Campanha da Fraternidade destaca a importância das políticas públicas no Brasil

Com o tema “Fraternidade e Políticas Públicas” e o lema “Serás libertado pelo direito e pela Justiça” (Isaías 1,27) a Campanha da Fraternidade 2019 foi lançada em todo o país no dia 6 de março. Neste ano, a Confederação Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) tem por objetivo abordar a formulação e aplicação das Políticas Públicas à luz da doutrina social da Igreja.



Na Paróquia da Glória, o lançamento da CF 2019 aconteceu na quarta-feira de Cinzas e contou com apresentação do grupo de teatro Glori’Art (saiba mais na pág. 7)


O texto base da Comissão Nacional da entidade, elaborado por especialistas, pesquisadores, movimentos e entidades sociais conceitua poder público, tipos de poder, condicionantes e atores sociais. “O debate prioriza o combate à fome, as iniciativas de convivência com a seca e questões inerentes à segurança, saúde e meio ambiente”, ressalta o teólogo Duílio Rocha, que ministrou formação sobre o tema no último dia 19 de fevereiro, para a comunidade e membros de pastorais da Paróquia de Nossa Senhora da Glória.
“São os políticos que fazem as leis, definem os orçamentos, estabelecem as políticas públicas e direcionam as verbas”, lembra Duílio, ao se referir à necessidade de fiscalizar o trabalho do legislativo brasileiro. Ele ressalta ainda a importância dos conselhos de bairros para enumerar as dificuldades da região, definir prioridades e apresentar propostas aos gestores públicos.
“As câmaras legislativas e os poderes executivos costumam disponibilizar, por meio eletrônico, sites com o propósito de interagir com a população. Se muitos pressionarem por determinada causa, a probabilidade de escuta é elevada”, pontua Duílio ao ressaltar os meios de participação cidadã, através da internet. “Ademais, a Constituição Federal estabelece poder para que o povo possa propor leis, desde que juntadas às assinaturas em número adequado. Esse é um meio muito pouco utilizado e que poderia ser mais bem explorado”, completa o teólogo.
Para vivenciar a Campanha da Fraternidade, a CNBB propõe círculos bíblicos, celebrações ecumênicas, rodas de conversa, vigília eucarística e a celebração da misericórdia. Entre os subsídios para o debate, elaborados pela Comissão para a Juventude da entidade, estão a Cartilha Fraternidade Viva e o material de apoio destinado a educadores dos ensinos Fundamental, Médio e Superior.
Com o objetivo de somar esforços, a Igreja Católica realiza a coleta da solidariedade no dia 14 de abril, dos quais 60% será destinada a ações solidárias na própria Diocese e o restante vai para as atividades da CNBB em todo o país. “Participar da Campanha da Fraternidade é uma obrigação dos cristãos que precisam unir forças para fazerem chegar aos administradores públicos as aflições dos mais carentes e contribuir com a Igreja, fazendo eco para que o movimento alcance seus objetivos”, conclui Duílio Rocha.









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