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O MENSAGEIRO DA GLÓRIA | 15/10/2016

Edição setembro/outubro de 2016

“Tornar pastoral a misericórdia” recomenda o Papa a bispos recém-nomeados

O Curso Anual de Formação para Novos Bispos, realizado em Roma, aconteceu em setembro, junto à Congregação para as Igrejas Orientais e a Congregação para os Bispos. O Papa Francisco falou aos “pescados do Coração de Deus, com a isca da misericórdia surpreendente”. Durante o discurso, destacou a necessidade de formação e informação das estruturas pastorais das Igrejas. O intuito é “propor a misericórdia como resumo daquilo que Deus oferece ao mundo”. Era manhã de sexta-feira, todos reunidos na Sala Clementina. O papa agradece aos cardeais Ouellet e Sandri pelo trabalho voltado à nomeação dos bispos e à preparação do encontro, que durou uma semana.

Ao guiar o Povo Santo, a misericórdia deve ser apresentada “acessível, tangível e encontrável”, pediu o papa. A tarefa não é fácil, mas “não se trata de diminuir as exigências, nem de vender barato as nossas pérolas. Aliás, a única pretensão é suscitar no coração daqueles que as encontram a necessidade de arriscar tudo para as obter”.

A Igreja precisa de bispos capazes de encantar e atrair, afirmou. “Todavia, não se trata de atrair para si mesmos: isto é um perigo! O mundo está cansado de encantadores mentirosos. E permito-me dizer: de sacerdotes ‘na moda’ ou de bispos ‘na moda’. As pessoas afastam-se quando reconhecem os narcisistas, os manipuladores, os defensores das causas pessoais, os arautos de cruzadas vãs”.

O papa continua aos bispos reunidos em Roma: “Iniciar quantos vos foram confiados. Tudo o que é grande tem necessidade de um percurso de iniciação. Ainda mais a misericórdia divina, que é inesgotável! Uma vez conquistado pela misericórdia, ela exige um trajeto introdutivo, um caminho, uma estrada, uma iniciação”.

“Sede Bispos capazes de acompanhar”, pede o sucessor de Pedro. “Reservai um acompanhamento especial a todas as famílias. Acompanhai acima de tudo aquelas mais feridas. Peço-vos que cuideis das estruturas de iniciação das vossas Igrejas, particularmente os seminários. Não vos deixeis tentar pelos números nem pela quantidade de vocações, mas procurai antes de tudo a qualidade do discipulado”.

Ao final, a benção. “Sempre a invocação da face de Deus sobre nós. Cristo é o rosto de Deus que nunca se ofusca. É o seu semblante que nos atrai, que se imprime em nós e que nos acompanha. Assim seja!”

A íntegra do discurso pode ser conferida no site w2.vatican.va
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