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O MENSAGEIRO DA GLÓRIA | 15/10/2016

Edição setembro/outubro de 2016

Entrevista: “O novo desafio da Igreja é ajudar as pessoas a descobrirem Jesus utilizando as novas formas de comunicação”

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PASCOM


A Pastoral da Comunicação da Paróquia Nossa Senhora da Glória acaba de completar 18 anos. Desde a criação da Pascom, o jornal O Mensageiro da Glória obteve um papel de destaque, pela sua longevidade e forte conteúdo evangelizador. Para falar um pouco do periódico, convidamos a atual coordenadora da Pastoral, Patrícia Guabiraba. Natural de Fortaleza-CE, filha de Maria de Fátima e Marcelo Guabiraba, é casada com Rafael e mãe de Saulo e Samuel, de 7 e 4 anos. É jornalista por vocação, formada pela UFC em 2004. Confira:

O Mensageiro: Qual a sua trajetória de vida engajada na Igreja da Glória?

Patrícia: Na adolescência, participei de grupos de jovens e do Ministério de Música da Comunidade Jesus e Maria, em Messejana, ligada à Renovação Carismática. Na Paróquia da Glória, logo que recebi o sacramento da Crisma, em 2000, procurei conhecer que pastorais atuavam na nossa comunidade. Como estava no início da faculdade de jornalismo, imaginei que poderia contribuir melhor com a Pastoral da Comunicação. Naquela época, conheci amigos que até hoje servem junto comigo na Pascom. Costumo dizer que a equipe é pequena, mas perseverante (risos). Também fiz o Encontro de Casais com Cristo (ECC) após um ano de casada. Mas posso dizer que o chamado “bateu” forte no coração no período da Crisma e guardo um grande carinho por meus catequistas. Ingressar no serviço à Igreja, para mim, foi um passo natural na minha caminhada.

Quando você passou a integrar a Pascom, o que a motivou?

Ao entrar na Pascom, assumi a página dos jovens, reservada a assuntos de interesse da juventude. Ao longo do tempo, fui contribuindo mais, assumindo mais responsabilidades, até que em um determinado momento a equipe me elegeu coordenadora. O trabalho na Pascom é fundamental na minha caminhada espiritual. Ao distribuir o jornal Mensageiro nas missas, sinto uma agradável sensação de dever cumprido. Mas isso até o dia seguinte, quando recomeçamos os trabalhos. Acho que poderia fazer mais, se tivesse mais tempo, mas a equipe se esforça para suprir as minhas lacunas. Então posso dizer que, além de seguir o chamado de Jesus a cada dia, o que me motiva é viver em comunidade, sentindo esse carinho e amparo dos meus amigos da Pascom e de outras pastorais. O apoio do Padre Chico também ajuda muito.

Que inovações você trouxe para o jornal O Mensageiro da Glória, considerado um dos maiores e mais antigos jornais no âmbito de nossa Arquidiocese?

No período em que assumi o trabalho de edição do jornal, busquei, junto com a equipe, inserir mais notícias locais, de modo que as outras pastorais e a própria comunidade se enxergassem no Mensageiro. Também dividimos melhor as seções do jornal, criando uma página para reportagem, outra para entrevista, outra para o testemunho... Mas outras seções, que existiam desde a criação do jornal, foram mantidas, a exemplo de “A Voz do Pastor”, reservada a reflexões e homilias de nosso Papa. Mudamos de gráfica, o que melhorou a qualidade de impressão do Mensageiro, e contamos com a ajuda do Bruno Barbosa, da Crisma, que fez um novo projeto gráfico para o jornal.

Como é coordenar uma Pastoral tão significativa como a Pascom, que dá visibilidade à ação pastoral da nossa Igreja?

É muito bom coordenar a Pascom, mas temos as nossas dificuldades, pois “a messe é grande, e os operários são poucos” (Mateus 9,37). A Pastoral necessita de mais comunicadores a serviço da evangelização. Precisamos conhecer e valorizar a cultura da comunicação, pois ela perpassa toda a ação pastoral. A Pascom compreende o diálogo com a sociedade, a comunicação nas pastorais e entre as pastorais. Além do jornal Mensageiro, temos o grupo Glori’Art, que evangeliza através da arte, o site da Paróquia, a Fanpage no Facebook, um perfil no Twitter e um canal no YouTube. Tudo isso com o objetivo de evangelizar. O Papa Francisco ressalta que a Igreja deve estar presente na internet e nas redes sociais porque atualmente, na era da globalização, existe mais solidão entre as pessoas. Para ele, o novo desafio da Igreja é ajudar cada pessoa a descobrir Jesus utilizando também as novas formas de comunicação.

Você teve uma participação importante na publicação do livro “Uma caminhada de fé e serviço”, que conta os 40 anos da Paróquia da Glória, junto à equipe editorial. Além de coordenar a Pascom, você tem as responsabilidades com o seu trabalho e o cuidado com os filhos. Como é conciliar tudo isso?   
 

É só pela graça de Deus! (risos) Como eu disse, tenho as minhas falhas, mas costumo me perdoar no final do dia. Aprendi isso em uma das formações aqui na nossa Igreja. O sentimento de culpa (por não ter feito tudo o que queria ou deveria), pode acabar paralisando a gente. Aí vem a tentação de desistir. Como discípulos e missionários, não podemos nos dar a esse luxo. Aprendi que o pouco que faço, Deus o transforma em muito. Aos poucos, vamos fazendo a diferença no mundo.
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